Quem sou eu para te perguntar o porquê?
Não entendo teus caminhos e me sinto numa encruzilhada.
Muitas dores.. muitas orações e tua resposta: nada.
Não, pai, não estou te questionando.
Estou implorando...
Por uma resposta, por um aceno da tua presença.
Eu sou teu... tens todo direito de quebrar
tens todo o direito de despedaçar...
Mas como dói não entender,
como dói não saber...
Velar a promessa quando o tempo passa e não há um sinal..
Eu sei.. és tu quem também das o sinal assim.
E queres me fazer andar pelo deserto...
pq esse é o lugar da morte, do meu sepultamento
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