Esses dias, lendo o blog da Ana Paula Valadão, li algo que me chamou atenção e me fez refletir. Ela dizia que às vezes os ataques malignos são tão fortes e constantes que, ficava difícil distinguir entre os pensamentos dela e do inimigo. Concordo plenamente com ela. Tem coisas que são nossas mesmos, pensamentos depressiativos que construímos ao nos compararmos com os outros ou quando percebemos que estamos muito longe do que gostaríamos de ser.
No entanto, a conclusão que chego é que o Diabo atua no que já temos algum tipo de inclinação, ou seja, em coisas que fazem parte de nossa personalidade, de nosso jeito de sere, claro, de nossas fraquezas. Para não utilizar-me de exemplos que vejo em outras pessoas, usarei o meu exemplo. Eu sou ressentida por natureza. Se alguém faz algum mal para mim, me ofende, me machuca, faço um esforço para perdoar. E por vezes humanamente não consigo. Aí tenho que chegar diante de Deus e liberar o perdão, é incrível como não sinto nada, mas sou livre imediatamente. Tudo isso me leva a crer que perdão é decisão. Mas voltando ao que dizia, quando machuco-me por causa de algo que alguém disse o Diabo usa um sentimento que já tenho, de auto piedade, para aumentar a sensação que tenho de ser mal-entendia, interpretada, etc... Até que ponto sou eu e até que ponto é ele? Difícil equação esta, que, por vezes, não tenho resposta. No entanto, a questão é discernimos os pensamentos que nos afastam de Deus e do que ele deseja para nossa vida.
Por outro lado, tenho dificuldade em entender qual a vontade de Deus em certas situações. Obviamente eu creio que naquele que ama o Senhor tudo tem propósito. Mas às vezes me pergunto se tenho feito o que Deus deseja de mim. Às vezes fico pensando que nossos sonhos e pensamentos são tão pequenos quanto ao que Deus quer, em relação a tudo que ele é. Fico pensando se não tenho gastado a minha vida em coisas que, no fundo, não levarão a lugar algum. Mas aí lembro que ele é soberano e que de uma maneira que nem eu imagino tem me conduzido no caminho da sua vontade.
No entanto, a conclusão que chego é que o Diabo atua no que já temos algum tipo de inclinação, ou seja, em coisas que fazem parte de nossa personalidade, de nosso jeito de sere, claro, de nossas fraquezas. Para não utilizar-me de exemplos que vejo em outras pessoas, usarei o meu exemplo. Eu sou ressentida por natureza. Se alguém faz algum mal para mim, me ofende, me machuca, faço um esforço para perdoar. E por vezes humanamente não consigo. Aí tenho que chegar diante de Deus e liberar o perdão, é incrível como não sinto nada, mas sou livre imediatamente. Tudo isso me leva a crer que perdão é decisão. Mas voltando ao que dizia, quando machuco-me por causa de algo que alguém disse o Diabo usa um sentimento que já tenho, de auto piedade, para aumentar a sensação que tenho de ser mal-entendia, interpretada, etc... Até que ponto sou eu e até que ponto é ele? Difícil equação esta, que, por vezes, não tenho resposta. No entanto, a questão é discernimos os pensamentos que nos afastam de Deus e do que ele deseja para nossa vida.
Por outro lado, tenho dificuldade em entender qual a vontade de Deus em certas situações. Obviamente eu creio que naquele que ama o Senhor tudo tem propósito. Mas às vezes me pergunto se tenho feito o que Deus deseja de mim. Às vezes fico pensando que nossos sonhos e pensamentos são tão pequenos quanto ao que Deus quer, em relação a tudo que ele é. Fico pensando se não tenho gastado a minha vida em coisas que, no fundo, não levarão a lugar algum. Mas aí lembro que ele é soberano e que de uma maneira que nem eu imagino tem me conduzido no caminho da sua vontade.
Um comentário:
Hiiiiiiiiiii,
Mesmo se não soubesse que era ser, descobriria pelas palavras de Lago.
Tri massa Lago, tu é o cara.
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