
Ando me sentido meio estranha há alguns dias. Uma dorzinha na garganta e um cansaço muito grande. Sei que é normal. É o final do ano que se aproxima, trabalhos da faculdade para entregar e a seleção do mestrado. No entanto, quando estou em comunhão com Deus, tenho uma força além do comum. Parece que consigo fazer o dobro do que faço, alegre, feliz, servindo-o.
Ao escrever estas linhas, meus olhos ficam molhados. Sinto saudades dele, de sua presença. Sei que ele está aqui, posso sentir sua presença, mas hoje estou sem forças para levantar a voz. Não gosto de ser vencida pelo meu físico, mas isso tem acontecido continuamente. Tem vezes que o relógio toca mais cedo (ponho para orar) e simplesmente não consigo, falta força... mas também falte amor também e isso me deixa triste.
Sei que é um constante exercício, de morte, de abnegação, de negação de si mesmo. O mundo ensina o inverso, mas esse é o caminho da cruz. Mas sabe o que é maravilhoso? Que sei que ele me levanta, pega-me pela mão, olha nos olhos e me diz “por que duvidaste? Confia em mim”. E eu direi “confio Senhor, com todas as minhas forças...”. Ele já fez isso dezenas de vezes e, com certeza, fará novamente.
Ao escrever estas linhas, meus olhos ficam molhados. Sinto saudades dele, de sua presença. Sei que ele está aqui, posso sentir sua presença, mas hoje estou sem forças para levantar a voz. Não gosto de ser vencida pelo meu físico, mas isso tem acontecido continuamente. Tem vezes que o relógio toca mais cedo (ponho para orar) e simplesmente não consigo, falta força... mas também falte amor também e isso me deixa triste.
Sei que é um constante exercício, de morte, de abnegação, de negação de si mesmo. O mundo ensina o inverso, mas esse é o caminho da cruz. Mas sabe o que é maravilhoso? Que sei que ele me levanta, pega-me pela mão, olha nos olhos e me diz “por que duvidaste? Confia em mim”. E eu direi “confio Senhor, com todas as minhas forças...”. Ele já fez isso dezenas de vezes e, com certeza, fará novamente.
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